terça-feira, 23 de julho de 2013

Trio Bravana


QUEM TÁ APAIXONADO AÍ?
Ainda curtindo o sucesso do hit “Mãe, tô na balada”, que conquistou o Brasil, os três amigos da cidade de Americana/SP já trabalha nas rádios de todo o país, a canção, “Quem tá apaixonado aí?”. A nova música foi escrita por Giuliano Matheus e já ganhou um clipe.
“Participamos de todo o processo de produção da música, inclusive do clipe que teve a direção dos competentes Heberton Alves e Alex Pereira. Acredito que o resultado ficou com a cara do Trio Bravana: uma música pra cima e que promete contagiar a galera”, explicou o vocalista Bruno.

Quem tá apaixonado aí?:


TRIO BRAVANA
Amigos de infância, Allan, Bruno e Thiago, naturais da cidade de Americana/SP, trazem em grande estilo um novo conceito de música sertaneja: O Pop-Sertanejo! Um ritmo explosivo que mistura alegria, energia e muita vibração!



Na conexão, toca "Trio Bravana".

Para conhecer um pouco mais do Trio Bravana, acesse o site 



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Adson e Alana

Aqui na Conexão, você confere a Nova Música de Adson e Alana:

QUE SAUDADE DE VOCÊ  (romântica)

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Tony e Roger

NA CONEXÃO, VOCÊ OUVE TONY E ROGER COM A  NOVA MÚSICA
FAMA DE PEGADOR na pegada do arrocha.

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Resultados das Manifestações

Analistas das manifestações devem estar muito tristes pelos resultados obtidos até aqui. Com críticas genéricas chamavam a todos de vândalos. Os próprios manifestantes mostraram que os baderneiros nada tinham a ver com o Movimento, embora seja simplório achar que todos os participantes das depredações sejam profissionais. A maioria é formada de pessoas comuns atiçadas pela oportunidade de certa vingança aos maus-tratos sofridos pelas autoridades.
Mas o questionamento da falta de foco não serve mais. O movimento conseguiu reduzir o preço das passagens, até em cidades que não tinham aumentado. Um deputado condenado há três anos foi para a cadeia, o projeto da “cura-gay” foi arquivado; uma proposta para tornar o voto aberto no Congresso já foi aprovada em Comissões, desistiram de aumentar pedágio em São Paulo e até um helicóptero foi vendido indevidamente, já que deveria ser repassado para a Polícia Militar.
Mesmo de forma açodada, a presidenta propôs a realização de um plebiscito sobre a reforma política. Ainda que não seja de sua competência, vale apenas pela iniciativa, já que os pontos apresentados são de interesse exclusivo dela ou do Partido dos Trabalhadores.
Qualquer proposta séria de reforma política, seja por qualquer meio, tem que trazer em primeiro lugar a extinção do voto obrigatório. É normal a estratégia matreira das nossas autoridades em não tocar nesse assunto. O silêncio da imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dos sindicatos e das instituições em geral é absurdamente incompreensível. O Brasil será o último país a acabar com a obrigatoriedade do voto, como foi com a Escravidão.
Neste momento se faz necessário uma definição de uma tática. Primeiro, especificar alguns pontos e trazer o povo para a rua para conquistá-los. Essa pauta precisa ter especificações de preferências e prazos. Algumas de caráter geral. Por exemplo, acabar com os recessos da Justiça e com julgamentos que ultrapassam décadas, é inconcebível que o Poder Judiciário seja paralisado nos meses de janeiro e julho, uma vez que todos os magistrados têm férias regulares. Extinguir as aposentadorias privilegiadas de parlamentares e todas as mordomias que consomem milhões dos brasileiros, inclusive os voos dos aviões da FAB para cima e para abaixo com chefe de Poder até para casamentos e aniversários das filhinhas dos seus colegas.
No entanto, o ganho maior da população foi a percepção de que as autoridades são alcançáveis pelo povo. Com alguns exageros, quando querem mudanças municipais ocupam as câmaras de vereadores; se estaduais, as assembleias legislativas são tomadas e batem às portas da Câmara dos Deputados e do Palácio do Planalto quando as reivindicações são de âmbito federal. O povo provou e aprovou sua força.
Os passeios em aviões da FAB pelos presidentes da Câmara e do Senado, do ministro Garibaldi Alves e até de Joaquim Barbosa provaram que as autoridades viciadas em mordomias vão continuar testando se foi um lampejo de movimento ou se foi pra valer. Esses aviões deveriam ser para missões muito importantes e raras, não como transporte de casa para o trabalho.
Já a grande manifestação deve ser planejada para o próximo Sete de Setembro. Será o “Dia D” para a proclamação de uma nova Independência, talvez mais efetiva do que a primeira.
Pedro Cardoso da Costa 
Interlagos/SP
    Bacharel em direito

terça-feira, 2 de julho de 2013

A Semana da nossa história


A Semana da nossa história

São tantos acontecimentos nestas últimas semanas de manifestações que fica difícil saber focar um texto, por isso pensar em definir um objetivo específico de reivindicação se torna impossível.
Para começo, fica claro que nossas autoridades de ponta a ponta deste gigante, ex-adormecido, falam com o raciocínio de um papagaio. Iniciou-se com o governador Geraldo Alckmin chamando o movimento de um pequeno grupo político. O prefeito de São Paulo disse que era para aumentar a tarifa de ônibus desde janeiro e que só aumentou o equivalente à metade da inflação do período. E a presidenta corou o grunhido da ave com um festival de campanhas petistas, um modo de governar que não engana mais ninguém.
Ela prometeu uma reforma constitucional restrita num dia e no outro já não tinha dito nada daquilo. Assegurou que não tinha um centavo do dinheiro público nessa derrama para a FIFA e na construção de estádios para entregar de mão beijada aos empresários depois, quando o grande volume sai dos cofres da viúva.
Tudo isso seria normal se não tivesse surgido o pequeno grupo de milhões que foi às ruas e continua indo diariamente país afora. Apesar do recado a todos, a mídia continua com seu jeito brasileiro de cobrir os fatos e encobrir as maracutaias dos governos. Antes, só alguns berravam sobre o dinheiro jorrado, agora todos afirmam que haviam dito tudo sobre os rios de dinheiro jogado no colo da FIFA e de empresários. A parte chapa-branca liderada pela Rede Globo e pelo ensandecido Galvão Bueno ignora as manifestações e coloca as Copas como o bem maior do Brasil em todos os tempos.
Mas numa coisa existe unanimidade: nenhum órgão de imprensa reproduz a fala de autoridades, quando elas dizem uma coisa num instante e logo depois se desdiz. Seria relevante descobrir o preço que faz emudecer como mais item na pauta das reivindicações.
Também é patente que há um Brasil de ativistas de facebook. Nessa rede, eles criticam os não politizados, dizem como fazer, e não levantam o traseiro da cadeira, defendem as truculências policiais contra os baderneiros que quebram alguns vitrais, mas admiram aqueles que deixaram o Brasil neste caos.
Sou contra o quebra-quebra, mas não tenho alternativas para ações que tragam resultados. Nada seria mudado se as autoridades tivessem certeza prévia de que as reivindicações ficariam restritas às orações e cânticos de hinos.
Pequenas conquistas já se concretizaram; quinhentos anos na maior semana da cidadania brasileira, de 16 a 23 de junho de 2013. Mas as manifestações não podem arrefecer. Foi determinada a prisão de um deputado condenado há três anos que continuava livre, leve e solto. Mas sua fuga para algum “Paraguai” já pode ter acontecido previamente. Sobre as conquistas, escreverei na próxima semana. A abertura da caixa preta do Judiciário brasileiro, com a prisão dos mensaleiros num prazo menor do que três anos precisa entrar na pauta dos próximos eventos.
Estão simplificando demais em chamar de vândalos “profissionais” todos aqueles que vão para o quebra-quebra. Ninguém dá a outra face a quem lhe dá um tapa na cara. E meu cartaz para as próximas manifestações já está pronto: “Lula pediu, eu atendi. Tirei a bunda do sofá e tô aqui”.
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bacharel em direito