((( WEB RÁDIO CONEXÃO )))

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tony e Raniery



Tony & Raniery: Dupla formada em 2008 na cidade de Goiânia - GO.
Ambos apaixonados pela música sertaneja começaram a carreira artística aos 16 anos de idade, mas vieram se conhecer somente em 2007 na cidade de Goiânia, através de um amigo em comum.

Tony: Natural da cidade de Arco Verde–PE aprendeu a tocar violão e guitarra quando adolescente foi integrante de algumas bandas de Forró como guitarrista, logo após, mudou-se para Goiás onde conheceu o parceiro ideal para a formação da dupla.

Raniery: Nasceu na cidade de Inhumas - GO, desde cedo teve a sua trajetória voltada para a música sertaneja, aprendeu a tocar violão e exercitar sua voz formando dupla com outros parceiros, até conhecer Tony.

Com pouco mais de um ano de existência a dupla possui um repertório bem diversificado de canções próprias e de outros compositores e poetas pouco conhecidos pelo público em geral, que vem se destacando na região centro-oeste do Brasil, onde já se apresentaram em várias cidades do interior de Goiás, Tocantins e Minas Gerais.

A disposição do público, Tony e Raniery possui um Cd demo com cinco músicas que já está sendo executado em diversas regiões do país com destaque especial para as musicas “Pra te namorar” e “Loucuras da paixão”, sucessos da dupla mais querida do Brasil com composição de Hilson Alves e Raniery.

O primeiro CD da dupla será lançado em breve e contará com 15 canções inéditas que falam de Amor e Paz, de compositores de várias regiões do Brasil, aliadas a uma grande variedade de ritmos que certamente tocarão os corações apaixonados.
Nos shows a dupla se apresenta com a banda, cantando músicas próprias e de outros artistas já consagrados sempre dentro de seu estilo musical.
Na Conexão, você ouve os sucessos da dupla "Tony e Raniery".

terça-feira, 25 de maio de 2010

Matheus Teles




Biografia


Matheus Teles nascido no dia 14 de abril de 1995 numa sexta-feira da paixão em Goiânia/Goiás. A genética artística veio de seu avô paterno, pois o mesmo tocava instrumentos como cavaquinho, pandeiro e fazia parte de um grupo de catira.
Aos 02 anos de idade morava em uma chácara com seus pais em Aparecida de Goiânia/Goiás, ouvia no velho toca fitas do carro do pai músicas raízes às quais já acompanhava com voz, músicas como: “O menino da porteira”, “O João de barro” e outras do gênero, todos admiravam seu modo de cantar.
Aos 12 anos de idade, ouve em sua escola um evento em comemoração ao dia das mães ao qual foi convidado para cantar no coral a música “Mãe” de Rick & Renner, foi quando se despertou de um período de dormência e viu o quanto gostava de cantar.
Nos dias de hoje tem participado de shows, programas de televisão e rádio e como todo artista vem trilhando um caminho e valorizando a cultura sertaneja.










Contato
Ligue (62) 9968-3104 ou envie um e-mail para contato@matheusteles.com.br

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Wagner e Wanderson


WAGNER E WANDERSON


Eu Wagner, nascido na pequena cidade de são Sebastião do Rio Verde –MG, desde pequeno a música já permanecia no meu sangue.
Na escola onde estudava já era considerado um artista,porque em todas as festas de escola eu era a atração principal
Já Wanderson que morava no Rio de Janeiro,mudou-se para a minha cidade e começou a estudar na mesma escola ,onde tornamos grandes amigos.
Tudo começou quando eu, Wagner estava ensaiando na escola para um festival ,ai de repente o Wanderson chegou com sua segunda voz e surpreendeu a mim e a todos que estavam em volta,surgindo então a dupla WAGNER E WANDERSON em 1998.
Fomos vencedores de vários festivais e com vozes incomparáveis fomos se destacando por toda região e com isso aparecendo interesse pela dupla
Em 2000 um empresário da minha cidade,vendo nosso talento nos deu a honra de gravar nosso 1º cd demo com 4 músicas inéditas compostas por nós,que por sinal a música viver assim amor,não dá ,tocou muito nas rádios do sul de minas e são Paulo, onde abriu portas em algumas emissoras de TV como: TV jokey clube SP, TV século XXI, Valinhos SP, Terra Viva, TV Tarumã SP etc..
Com mais de 80 shows por ano já tocamos em festa junto com Daniel, Edson e Hudson, Teodoro e Sampaio, Gino e Geno e Craveiro e Cravinho etc ...
Em 2005 fomos convidados pela Tileoni Produções para participar de uma coletânea junto com Chico Amado e Xodó, Gino e Geno, Os Paradas Dura, Adair Cardoso e Teodoro e Sampaio.
No começo de 2008 começamos a compor e preparar o repertório do 2º CD que já está em fase de produção, feito com muito carinho à todos vocês.

Deixo aqui nossos agradecimentos a Deus e a todos nossos fãs e amigos que acreditam em nossos trabalhos.


Você confere o trabalho da dupla na Web Rádio Conexão.

Um abraço de Wagner e Wanderson!
ACESSE:
(35) 8821 - 4761/ 9148 - 8898

sábado, 15 de maio de 2010

Edu Cezar e Serginho


A dupla Edu Cezar e Serginho iniciou sua carreira aos 07 anos de idade cantando em reuniões de família, ao longo de sua adolescência continuaram cantando em bares e participando de festivais por todo o estado do Paraná, aonde ganharam seu principal festival ”Festival de intérpretes do SESC da esquina em 1995”(Curitiba) ficaram por alguns anos cantando separadamente vindo a se unir novamente em 2004, gravaram seu primeiro cd entitulado” Teu Olhar” que fez a dupla se tornar conhecida em todo o estado do Paraná,após um sério problema de saúde a dupla novamente teve que interromper a carreira,mais graças a Deus com esse problema resolvido retomaram a carreira e dessa vez para ficar,lançaram este ano um novo Cd que trás canções com uma linguagem e arranjos atuais, mais mantendo em seu repertório o velho e bom sertanejo.A dupla tem uma referencia do sertanejo tradicional muito forte,que vem desde Trio Parada Dura,passando por Chitãozinho e Xororó e acabando nesse novo estilo da atualidade,esse novo cd esta muito eclético e bem produzido e arranjado, temos certeza que irão gostar.pois antes de qualquer estilo e tendência musical, este cd foi feito com muito amor e carinho!!!

Edu Cezar e Serginho


Na Conexão, você confere os sucessos da dupla "Edu Cezar e Serginho".


Contatos:

MARTIN PROMOÇÕES ARTÍSTICAS

Shows: (41) 9649 - 6791


Acesse:

sexta-feira, 30 de abril de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Jumbo Elektro


JUMBO ELEKTRO
TERRORIST!? THE LAST ALBUM

http://www.jumboelektro.com.br

Com o Jumbo Elektro, é sempre diferente.

Foi assim em seu inesperado surgimento, em 2003, a partir de ensaios da banda Cérebro Eletrônico que culminaram com uma anárquica temporada de shows na Torre do Doutor Zero, em São Paulo, e com a rápida criação de um público fiel; também foi diferente quase tudo no lançamento do primeiro álbum, “Freak To Meet You – The Very Best of Jumbo Elektro – The Ultimate Compilation” (Reco-Head, 2004). Era uma inédita “coletânea de estréia” meio rock, meio electro e que fez história na cena independente brasileira por suas músicas poderosas e grudentas (no bom sentido, é claro).
E será diferente agora, com a aguardadíssima chegada de “Terrorist!? The Last Album”. A banda promete mostrar aos fãs em primeira mão suas dez músicas e em seguida… tomar uma dose de chá de sumiço.
Sim, por mais uma série de suas tipicamente bizarras missões, envolvendo o combate a vilões intergaláticos de seriados japoneses, o aperfeiçoamento poliglota do embromation arcaico, entre outras tarefas, os seis componentes do Jumbo Ekeltro se desintegrarão após este concerto.
O retorno é prometido para “em breve”. Fontes que se recusam a revelar suas identidades garantem que esta volta ocorrerá no próximo carnaval. Outras juram que o indomável grupo paulistano não subirá num palco até a Copa de 2014.
Fato certo é que, entre o sucesso de “Freak to Meet You” e “Terrorist!?”, se passaram quase cinco anos, período que a banda enfrentou mudanças em sua formação (saíram o guitarrista Otto Van der Wander e o baterista Lê Cheval, entrou o baterista Sosa Lima) e aproveitou para maturar o seu novo repertório.
E se mantém características da primeira geração jumbônica, como o faro pop e a pegada disco-punk-baderneira, o novo conjunto de músicas denota também uma série de outras marcas desta segunda fase. Há melodias muito elaboradas e arranjos vocais ainda mais complexos, entre outras novidades notáveis de um álbum para o outro.
Mais orgânico que eletrônico (principalmente em relação a “Freak to Meet You”), “Terrorist!?” foi produzido pelo tecladista, vocalista e membro fundador Dimas Turbo (aka Dudu Tsuda). Ele cuidou para que os registros fossem fiéis aos arranjos de palco, e mesmo quando acrescentou belas orquestrações, o fez de forma condizente com as estruturas originais das músicas. O resultado é mais uma bolacha que deve marcar época.

Abaixo está explicado, faixa a faixa, o porquê dessa aposta:

-Dylan Sings Bowie
Sem maiores firulas, a pedrada que abre “Terrorist!?” pega o ouvinte de jeito, mais cedo ou mais tarde. Alguns se rendem já na introdução com pianinhos infantis e o baixo melódico típico de Hans Sakamura, um devoto descarado de “Substance”; outros aguentam a chegada da letra, uma rara aparição do inglês puro em meio à derivação anglófona do embromation, o dialeto jumbônico principal; há inclusive quem resista até a explosão do refrão instrumental. Mas antes do final, quando Frito Sampler solta a voz raivosa sobre riffs poderosos de Dr. Góri, há uma única certeza: será impossível não dançar.

-Japoteca
Certos arranjos vocais inusitados só têm aparecido em gravações do Jumbo. Os “ua-ua-ua-ua” que marcam esta canção, por exemplo. Eles são de uma estranheza instigante só comparável à existência da Japoteca, que um clube esportivo e social de São Paulo realizava quinzenalmente nos anos 90 para adolescentes da numerosa comunidade oriental da cidade. Um petardo para ferver nas pistas, como aquelas onde bailava a juventude paulistana de olhos puxados naqueles dias nostálgicos de grunge, britpop e poperô.

-Eh o Zizi
Irmã bastarda, mas de primeiro grau do repertório do Cérebro Eletrônico, a banda gêmea do Jumbo Elektro, “Zizi” conduz, via coros de backing vocal e as cordas suingadas de Góri, ao ápice do refrão. Pop embromation para as massas.

-Manifesto
São duas partes igualmente matadoras: a primeira, um bubblegum que evoca a herança ramônica presente em cada um dos Jumbos; e a segunda, o disco-punk também onipresente no DNA do grupo, mas aqui recriado em arranjo futurista que inclui um vocoder demolidor e os beats convulsivos de Sosa. Não dá para ignorar também a performance vocal do versátil Frito Sampler, aqui em sua faceta mais “esgoelada” (outra vez, no bom sentido), como faziam Talking Heads e Gang of Four há três décadas.

-Sunday Squirrel
Este talvez seja o melhor exemplo da evolução melódica jumbônica do período entre os dois álbuns. Sobretudo para os que quiserem traçar os passos do elemento melancólico crescendo nas entranhas autorais da banda. O mesmo vale para a elaboração do arranjo, incluindo as harmonias vocais, mais um dos necessários elos propostos pelo Jumbo: o do melhor dos anos 80 com a promissora segunda década do novo milênio.

-Rachel
Como a faixa acima, esta ajuda a definir a atual fase do Jumbo, na qual o entrelace de melodias em arranjos mais complexos dão juntos a base para grandes canções. Uma das favoritas do público nos shows, “Rachel” é candidata a clássico instantâneo agora que foi registrada em disco. Seja pela linha mágica de teclado, impossível de tirar da cabeça após uma única audição, ou por Frito indo do crooner calmo ao rocker insano, ou ainda pela palhinha vocal de Góri.

-Eletróns Medievais
Alguns dirão que esta é a continuação de “Happy Mondays”, uma das pérolas do primeiro álbum do Jumbo, tamanho o seu parentesco com o som ácido e pesado da cena Madchester dos anos 80 e 90. Que os ouvintes tirem suas conclusões, é claro. Mas seguramente não lhes passarão despercebidos, além do refrão mortal, os preciosos grooves recortados de bateria e as guitarras dissonantes.

-I Wanna Fuck
As vozes ograis de General Elektrik e seu vocoder descontrolado podem assustar os desavisados. A explosão distorcida do refrão também. Não é para menos, afinal o Jumbo aqui encarna o demônio do rock industrial de cara suja e gótica. Mais uma das influências do grupo, aliás.

-Terrorist
Outra vez o nó bem dado entre guitarrinhas cortantes e o baixo agudo melancólico dão a cara da música. Cara esta que se transforma em muitas com a participação vocal solo sensacional de Hans Sakamura e o coro coletivo gritalhão do refrão, ambos movidos pela locomotiva disco-punk de Sosa.

-Run Away from the Picnnic Majestic
Da introdução com camas de teclado ao final caótico e brutal, “Run Away…” é como uma história cheia de detalhes, mas contada de forma direta, em pouco mais de 5 minutos. Os vocais e a orquestração magistral de Dimas Turbo remetem a canalhices melancólicas que ecoam de Paris a Bragança Paulista, ou do Largo da Batata a Tóquio; os interlúdios instrumentais com floreios vocais etéreos são uma surpresa necessária. Some tudo e você terá uma das canções mais bombásticas do álbum.

FICHA TÉCNICA
Gravado no estúdio MCR – São Paulo
Produção: Dudu Tsuda
Mix e Master: Shina
Pós-Produção em “Run Away from The Picnic Majestic”: Shina
Pós-Produção em “Japoteca”, “Zizi” e “Rachel”: Dudu Tsuda e Shina
Edição e Pós-Produção de Baterias: Shina
Produção Executiva: Dudu Tsuda, Tatá Aeroplano e Ju Polimeno


JUMBO ELEKTRO É:
Frito Sampler: lead vocal em todas as faixas e brinquedos bizarros (biribas e extintor de incêndio)
Hans Sakamura: baixo e backing vocal em todas as faixas, lead vocal em “Terrorist”
Dr. Góri: guitarra em todas as faixas/ backing vocals em “Dylan Sings Bowie”, “Rachel”, “Sunday Squirrel”, “Terrorist” / lead vocal em “Rachel” / violão de aço em “Rachel” e “Zizi”
General Elektrik: vocais em “I Wanna Fuck”, “Terrorist”, “Dylan Sings Bowie” / vocoder em “I Wanna Fuck”
Sosa Lima: baterias em todas as faixas, exceto em “Run Away from the Picnic Majestic” e “I Wanna Fuck”
Dimas Turbo: beats em todas as faixas, exceto em “Rachel” e “Sunday Squirrel” / teclados, synths, moogs, Elka, Casiotone em todas as faixas / piano em Rachel / arranjos de orquestra (Run Away e Rachel) / vocoder em “Run Away from the Picnic Majestic”, “Manifesto”, “Rachel”


CONVIDADOS
Zé Pi: guitarras em “Elétrons Medievais” e “Terrorist” / vozes em “Terrorist”
Marcelo Ozorio (antes conhecido como Otto Van der Wander): guitarras em “Rachel” e “Run Away from the Picnic Majestic”
Daniel Setti (antes conhecido como Lê Cheval): bateria em “Run Away from the Picnic Majestic” e “I Wanna Fuck”




CONTATOS

Artista & Repertório
Phonobase Music Services
Tel.: (11) 3865-9922
Email: phonobase@phonobase.com
www.phonobase.com

Assessoria de Imprensa
Inker Agência Cultural
Tel.: (11) 3120-6447
Email: inker@inker.art.br
http://www.inker.art.br/


CONFIRA NA CONEXÃO.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Olivia


OLIVIA novo CD: SÓ A MÚSICA FAZ



Só a musica faz é o terceiro CD autoral de Olivia, sexto da sua discografia, e isso confirma a expectativa de que alguns artistas independentes conseguem manter-se ativos, e além disso, fazer música de boa qualidade, alheios aos modismos e sucessos fabricados que entopem a grande mídia.

Só a música faz é a artista em seu compromisso firmado com sua própria estética musical e nos traz neste belo registro compositores pouco conhecidos do grande público como: Ligia Kas, José Luiz Marmou, Monalisa Lins e a própria cantora, que abriu mão de regravar compositores consagrados da nossa música. Uma opção condizente com sua própria trajetória, que começou em 2000 com trabalho homônimo inteiramente autoral, e prosseguiu em 2003 no álbum Perto, trazendo também composições inéditas, suas e de Paulo Preto, seu parceiro desde o primeiro CD.

Depois desses dois lançamentos a artista dedicou-se a um projeto composto por dois volumes, interpretando _ agora sim _ mestres do jazz e da bossa, lançado também no Japão. Produziu em 2007 o álbum Full Bloom em parceria com Frank Krischman, compositor brasileiro radicado no Texas, com canções de agradável sonoridade folk.

Produzido e arranjado pela artista, com linguagem moderna, marcado pela mistura de estilos e tendências, seu novo trabalho apresenta uma sonoridade tão singular quanto sua voz. Em Só a música faz Olivia caminha por baladas, folk e rock, passeando também por ritmos brasileiros; traz harmonias bem elaboradas e belas melodias para cantar versos delicados e marcantes como em “Ausência”:

esse réptil silêncio que rasteja entre as poucas palavras ao chão e um suposto afeto sem perdão”.

Outra bela canção, que evidencia a qualidade poética do trabalho da cantora pode ser visto na letra de “E você meu amor, não vem?:

“Descalça pela rua, pisando na brasa do tempo

Me inspiro na saudade do presente. Enquanto a árvore se dobra com o vento

O mundo todo está em movimento”

Na faixa que dá nome ao trabalho, “Só a música faz”, a cantora declara seu amor e seu desejo pela arte musical, que a acompanha desde a infância:

“Quero algo que não saia da mente, nem que a gente tente tirar,

(...) envolva a minha cabeça e me leve (...) algo que seja como a alegria que irradia e passa a brilhar”

Assim, este CD retrata a artista num momento especial de sua carreira. Com melodias agradáveis, letras singelas e produção refinada. Olivia, mais do que uma cantora da nova geração, revela-se artista.



Paulo Preto- produtor

11 9181 5662 / estudio2@uol.com.br

acesse www.olivia.com.br e www.myspace.com/oliviacantora

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Q.A.P. do Brasil


Criada em maio de 2009 no bairro da Federação, Salvador-BA, a banda Q.A.P do Brasil vem caminhando no cenário musical com força total, em pouco tempo de fundação já vem conquistando seu espaço por onde passa, levando sua arte de fazer música com seriedade, profissionalismo, e com muita alegria. Tem como forte em seu repertório a autenticidade o pagode baiano, um ritmo de muito swing, gingado e samba no pé, tendo como exemplo o grupo musical Harmonia do Samba do nosso companheiro Xanddy, ritmo esse que a banda Q.A.P do Brasil atribui e a diferencia com sua batida percussiva muito contagiante, agradando o público e aumentando dia após dia o número de fãs e admiradores. Mais tendo também em seu repertório, músicas dançantes em vários estilos que o povo gosta de ouvir. Além do seu som vibrante a Q.A.P sempre leva aos seus shows duas maravilhosas dançarinas, que dão um verdadeiro show de gingado e senssualidade.
Comandada pelo cantor Dino Prix, que já está no mercado da música baiana há muitos anos, tendo a sua ultima passagem pela banda Swinguetto, com seu estilo cativante de cantar e encantar o público, é um artísta de um talento reconhecido pelo fruto do seu trabalho, tendo a companhia de seus musicos conceituados no ramo, passados por diversas bandas de expressão no cenário da musica baiana.
“O mundo esta cheio de violências, sem total respeito com o próximo, e a nossa intenção é fazer um trabalho consistente, com boa vibração, com um único intuito, que é de levar sempre à alegria as pessoas, pois algumas coisas boas dessa vida é você estar no show vendo o povo cantando, dançando e sendo feliz em total harmonia, isso é o que importa, porque desse mundo nada levamos” explica Dino.
A Q.A.P do Brasil está com sua música de trabalho chamada LINGERIE, que vem sendo executada em diversas rádios do nosso estado, como também se expandindo já para outros estados, tendo uma grande aceitação de todos, exemplo disso é a banda Parangolé, que também é referência do nosso ritmo, a qual já incluiu em seu repertório o hit Lingerie.
Aí esta um pouco da história dessa banda que promete fazer você não parar de dançar nem um só minuto.

Na Conexão, também toca Q.A.P. do Brasil.