sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Jumbo Elektro

TERRORIST!? THE LAST ALBUM
http://www.jumboelektro.com.br
Com o Jumbo Elektro, é sempre diferente.
Foi assim em seu inesperado surgimento, em 2003, a partir de ensaios da banda Cérebro Eletrônico que culminaram com uma anárquica temporada de shows na Torre do Doutor Zero, em São Paulo, e com a rápida criação de um público fiel; também foi diferente quase tudo no lançamento do primeiro álbum, “Freak To Meet You – The Very Best of Jumbo Elektro – The Ultimate Compilation” (Reco-Head, 2004). Era uma inédita “coletânea de estréia” meio rock, meio electro e que fez história na cena independente brasileira por suas músicas poderosas e grudentas (no bom sentido, é claro).
E será diferente agora, com a aguardadíssima chegada de “Terrorist!? The Last Album”. A banda promete mostrar aos fãs em primeira mão suas dez músicas e em seguida… tomar uma dose de chá de sumiço.
Sim, por mais uma série de suas tipicamente bizarras missões, envolvendo o combate a vilões intergaláticos de seriados japoneses, o aperfeiçoamento poliglota do embromation arcaico, entre outras tarefas, os seis componentes do Jumbo Ekeltro se desintegrarão após este concerto.
O retorno é prometido para “em breve”. Fontes que se recusam a revelar suas identidades garantem que esta volta ocorrerá no próximo carnaval. Outras juram que o indomável grupo paulistano não subirá num palco até a Copa de 2014.
Fato certo é que, entre o sucesso de “Freak to Meet You” e “Terrorist!?”, se passaram quase cinco anos, período que a banda enfrentou mudanças em sua formação (saíram o guitarrista Otto Van der Wander e o baterista Lê Cheval, entrou o baterista Sosa Lima) e aproveitou para maturar o seu novo repertório.
E se mantém características da primeira geração jumbônica, como o faro pop e a pegada disco-punk-baderneira, o novo conjunto de músicas denota também uma série de outras marcas desta segunda fase. Há melodias muito elaboradas e arranjos vocais ainda mais complexos, entre outras novidades notáveis de um álbum para o outro.
Mais orgânico que eletrônico (principalmente em relação a “Freak to Meet You”), “Terrorist!?” foi produzido pelo tecladista, vocalista e membro fundador Dimas Turbo (aka Dudu Tsuda). Ele cuidou para que os registros fossem fiéis aos arranjos de palco, e mesmo quando acrescentou belas orquestrações, o fez de forma condizente com as estruturas originais das músicas. O resultado é mais uma bolacha que deve marcar época.
Abaixo está explicado, faixa a faixa, o porquê dessa aposta:
-Dylan Sings Bowie
Sem maiores firulas, a pedrada que abre “Terrorist!?” pega o ouvinte de jeito, mais cedo ou mais tarde. Alguns se rendem já na introdução com pianinhos infantis e o baixo melódico típico de Hans Sakamura, um devoto descarado de “Substance”; outros aguentam a chegada da letra, uma rara aparição do inglês puro em meio à derivação anglófona do embromation, o dialeto jumbônico principal; há inclusive quem resista até a explosão do refrão instrumental. Mas antes do final, quando Frito Sampler solta a voz raivosa sobre riffs poderosos de Dr. Góri, há uma única certeza: será impossível não dançar.
-Japoteca
Certos arranjos vocais inusitados só têm aparecido em gravações do Jumbo. Os “ua-ua-ua-ua” que marcam esta canção, por exemplo. Eles são de uma estranheza instigante só comparável à existência da Japoteca, que um clube esportivo e social de São Paulo realizava quinzenalmente nos anos 90 para adolescentes da numerosa comunidade oriental da cidade. Um petardo para ferver nas pistas, como aquelas onde bailava a juventude paulistana de olhos puxados naqueles dias nostálgicos de grunge, britpop e poperô.
-Eh o Zizi
Irmã bastarda, mas de primeiro grau do repertório do Cérebro Eletrônico, a banda gêmea do Jumbo Elektro, “Zizi” conduz, via coros de backing vocal e as cordas suingadas de Góri, ao ápice do refrão. Pop embromation para as massas.
-Manifesto
São duas partes igualmente matadoras: a primeira, um bubblegum que evoca a herança ramônica presente em cada um dos Jumbos; e a segunda, o disco-punk também onipresente no DNA do grupo, mas aqui recriado em arranjo futurista que inclui um vocoder demolidor e os beats convulsivos de Sosa. Não dá para ignorar também a performance vocal do versátil Frito Sampler, aqui em sua faceta mais “esgoelada” (outra vez, no bom sentido), como faziam Talking Heads e Gang of Four há três décadas.
-Sunday Squirrel
Este talvez seja o melhor exemplo da evolução melódica jumbônica do período entre os dois álbuns. Sobretudo para os que quiserem traçar os passos do elemento melancólico crescendo nas entranhas autorais da banda. O mesmo vale para a elaboração do arranjo, incluindo as harmonias vocais, mais um dos necessários elos propostos pelo Jumbo: o do melhor dos anos 80 com a promissora segunda década do novo milênio.
-Rachel
Como a faixa acima, esta ajuda a definir a atual fase do Jumbo, na qual o entrelace de melodias em arranjos mais complexos dão juntos a base para grandes canções. Uma das favoritas do público nos shows, “Rachel” é candidata a clássico instantâneo agora que foi registrada em disco. Seja pela linha mágica de teclado, impossível de tirar da cabeça após uma única audição, ou por Frito indo do crooner calmo ao rocker insano, ou ainda pela palhinha vocal de Góri.
-Eletróns Medievais
Alguns dirão que esta é a continuação de “Happy Mondays”, uma das pérolas do primeiro álbum do Jumbo, tamanho o seu parentesco com o som ácido e pesado da cena Madchester dos anos 80 e 90. Que os ouvintes tirem suas conclusões, é claro. Mas seguramente não lhes passarão despercebidos, além do refrão mortal, os preciosos grooves recortados de bateria e as guitarras dissonantes.
-I Wanna Fuck
As vozes ograis de General Elektrik e seu vocoder descontrolado podem assustar os desavisados. A explosão distorcida do refrão também. Não é para menos, afinal o Jumbo aqui encarna o demônio do rock industrial de cara suja e gótica. Mais uma das influências do grupo, aliás.
-Terrorist
Outra vez o nó bem dado entre guitarrinhas cortantes e o baixo agudo melancólico dão a cara da música. Cara esta que se transforma em muitas com a participação vocal solo sensacional de Hans Sakamura e o coro coletivo gritalhão do refrão, ambos movidos pela locomotiva disco-punk de Sosa.
-Run Away from the Picnnic Majestic
Da introdução com camas de teclado ao final caótico e brutal, “Run Away…” é como uma história cheia de detalhes, mas contada de forma direta, em pouco mais de 5 minutos. Os vocais e a orquestração magistral de Dimas Turbo remetem a canalhices melancólicas que ecoam de Paris a Bragança Paulista, ou do Largo da Batata a Tóquio; os interlúdios instrumentais com floreios vocais etéreos são uma surpresa necessária. Some tudo e você terá uma das canções mais bombásticas do álbum.
FICHA TÉCNICA
Gravado no estúdio MCR – São Paulo
Produção: Dudu Tsuda
Mix e Master: Shina
Pós-Produção em “Run Away from The Picnic Majestic”: Shina
Pós-Produção em “Japoteca”, “Zizi” e “Rachel”: Dudu Tsuda e Shina
Edição e Pós-Produção de Baterias: Shina
Produção Executiva: Dudu Tsuda, Tatá Aeroplano e Ju Polimeno
JUMBO ELEKTRO É:
Frito Sampler: lead vocal em todas as faixas e brinquedos bizarros (biribas e extintor de incêndio)
Hans Sakamura: baixo e backing vocal em todas as faixas, lead vocal em “Terrorist”
Dr. Góri: guitarra em todas as faixas/ backing vocals em “Dylan Sings Bowie”, “Rachel”, “Sunday Squirrel”, “Terrorist” / lead vocal em “Rachel” / violão de aço em “Rachel” e “Zizi”
General Elektrik: vocais em “I Wanna Fuck”, “Terrorist”, “Dylan Sings Bowie” / vocoder em “I Wanna Fuck”
Sosa Lima: baterias em todas as faixas, exceto em “Run Away from the Picnic Majestic” e “I Wanna Fuck”
Dimas Turbo: beats em todas as faixas, exceto em “Rachel” e “Sunday Squirrel” / teclados, synths, moogs, Elka, Casiotone em todas as faixas / piano em Rachel / arranjos de orquestra (Run Away e Rachel) / vocoder em “Run Away from the Picnic Majestic”, “Manifesto”, “Rachel”
CONVIDADOS
Zé Pi: guitarras em “Elétrons Medievais” e “Terrorist” / vozes em “Terrorist”
Marcelo Ozorio (antes conhecido como Otto Van der Wander): guitarras em “Rachel” e “Run Away from the Picnic Majestic”
Daniel Setti (antes conhecido como Lê Cheval): bateria em “Run Away from the Picnic Majestic” e “I Wanna Fuck”
Artista & Repertório
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Olivia
OLIVIA novo CD: SÓ A MÚSICA FAZ
Só a musica faz é o terceiro CD autoral de Olivia, sexto da sua discografia, e isso confirma a expectativa de que alguns artistas independentes conseguem manter-se ativos, e além disso, fazer música de boa qualidade, alheios aos modismos e sucessos fabricados que entopem a grande mídia.
Só a música faz é a artista em seu compromisso firmado com sua própria estética musical e nos traz neste belo registro compositores pouco conhecidos do grande público como: Ligia Kas, José Luiz Marmou, Monalisa Lins e a própria cantora, que abriu mão de regravar compositores consagrados da nossa música. Uma opção condizente com sua própria trajetória, que começou em 2000 com trabalho homônimo inteiramente autoral, e prosseguiu em 2003 no álbum Perto, trazendo também composições inéditas, suas e de Paulo Preto, seu parceiro desde o primeiro CD.
Depois desses dois lançamentos a artista dedicou-se a um projeto composto por dois volumes, interpretando _ agora sim _ mestres do jazz e da bossa, lançado também no Japão. Produziu em 2007 o álbum Full Bloom em parceria com Frank Krischman, compositor brasileiro radicado no Texas, com canções de agradável sonoridade folk.
Produzido e arranjado pela artista, com linguagem moderna, marcado pela mistura de estilos e tendências, seu novo trabalho apresenta uma sonoridade tão singular quanto sua voz. Em Só a música faz Olivia caminha por baladas, folk e rock, passeando também por ritmos brasileiros; traz harmonias bem elaboradas e belas melodias para cantar versos delicados e marcantes como em “Ausência”:
“esse réptil silêncio que rasteja entre as poucas palavras ao chão e um suposto afeto sem perdão”.
Outra bela canção, que evidencia a qualidade poética do trabalho da cantora pode ser visto na letra de “E você meu amor, não vem?:
“Descalça pela rua, pisando na brasa do tempo
Me inspiro na saudade do presente. Enquanto a árvore se dobra com o vento
O mundo todo está em movimento”
Na faixa que dá nome ao trabalho, “Só a música faz”, a cantora declara seu amor e seu desejo pela arte musical, que a acompanha desde a infância:
“Quero algo que não saia da mente, nem que a gente tente tirar,
(...) envolva a minha cabeça e me leve (...) algo que seja como a alegria que irradia e passa a brilhar”
Assim, este CD retrata a artista num momento especial de sua carreira. Com melodias agradáveis, letras singelas e produção refinada. Olivia, mais do que uma cantora da nova geração, revela-se artista.
Paulo Preto- produtor
11 9181 5662 / estudio2@uol.com.br
segunda-feira, 15 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Q.A.P. do Brasil

Comandada pelo cantor Dino Prix, que já está no mercado da música baiana há muitos anos, tendo a sua ultima passagem pela banda Swinguetto, com seu estilo cativante de cantar e encantar o público, é um artísta de um talento reconhecido pelo fruto do seu trabalho, tendo a companhia de seus musicos conceituados no ramo, passados por diversas bandas de expressão no cenário da musica baiana.
“O mundo esta cheio de violências, sem total respeito com o próximo, e a nossa intenção é fazer um trabalho consistente, com boa vibração, com um único intuito, que é de levar sempre à alegria as pessoas, pois algumas coisas boas dessa vida é você estar no show vendo o povo cantando, dançando e sendo feliz em total harmonia, isso é o que importa, porque desse mundo nada levamos” explica Dino.
A Q.A.P do Brasil está com sua música de trabalho chamada LINGERIE, que vem sendo executada em diversas rádios do nosso estado, como também se expandindo já para outros estados, tendo uma grande aceitação de todos, exemplo disso é a banda Parangolé, que também é referência do nosso ritmo, a qual já incluiu em seu repertório o hit Lingerie.
Aí esta um pouco da história dessa banda que promete fazer você não parar de dançar nem um só minuto.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Mano e Júnior
Unidos pelo dom da música, iniciaram a sua carreira em 1985, com a banda ASTER SOM, fundada na cidade de Chopinzinho, Sudoeste do Paraná. Fizeram grande sucesso em toda a região, animando bailes e participando de festivais de música, sempre alcançando excelentes resultados. Em 1995 o destino os guiou para caminhos diversos. No entanto, jamais abandonaram a música, tampouco os laços de amizade que os ligou, fortalecidos por quase uma década de harmoniosa convivência. Em 2004, a música novamente os uniu, agora formando a dupla sertaneja “Mano e Júnior”. A nova dupla passou a se apresentar em diversos eventos, em todo o Estado, desde festas regionais, shows, até abertura de festivais. E o sucesso não demorou! Assim, surgiu a oportunidade de gravar o primeiro CD da dupla, o qual será gravado na capital do Estado (Curitiba), em meados de 2008,
MANO
Nome: Delcio Aloísio Simon, nascido dia 08/07/1962, na cidade de Modelo/SC.
Mudou-se para o Paraná com apenas 07 anos de idade; com 08 anos cantarolava pelas fazendas, onde residia, as músicas da época; com 14 anos mudou-se
para a cidade, onde tocando acordeão passou a se apresentar em programas de rádio e televisão.
Em 1985 montou a banda Áster Som, com a qual animou bailes pela região até 1995; em 1998 montou a Banda Eclypse, que foi até o início de 1999.
Já no final de 1999 foi para Curitiba-PR onde, no meio artístico, aprimorou-se na música sertaneja fazendo dupla com o amigo Manoel, onde animaram muitos casamentos e festas até o final de 2003.
A seguir retornou a Chopinzinho-PR, onde reencontrou o parceiro de outrora, fazendo agora a dupla Mano & Junior.
Junior
Nome: Paulo Jonas Amaral, nascido em 09/01/1968, no município de Chopinzinho/PR.
Despertou para a música ainda na infância, pois com apenas 5 anos já cantava com os irmãos, no Sítio, onde moravam; aos 16 anos mudou-se para a cidade de Chopinzinho/PR, onde fez dupla com seu irmão Josuel, cantando em festivais regionais; no ano de 1985 foi convidado a fazer parte da Banda Aster Som, onde conheceu o Mano, com quem formou dupla. juntos até o ano de 1995 cantando nos Bailes, quando por razões alheias às vontades de ambos a dupla se separou.Retomando no final de 2004.





















